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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Love and Death (A Última Noite de Bóris Grushenko) - 1975


Olá pessoal! Decidi ir para a praia por alguns dias para refrescar a memória. No entanto, não poderia deixar de atualizar o blog diariamente. Então decidi levar para minha curta viagem alguns filmes clássicos que estava namorando, além de mais alguns contenders para o Oscar.

Hoje a crítica é sobre o filme de Love and Death (A Última Noite de Bóris Grushenko, no Brasil). Eu sempre preferi o Woody Allen do drama do que o da comédia. Mas este filme me recompensou com boas risadas. Situado no período das guerras napoleônicas, Bóris Grushenko um medroso pacifista é forçado a se alistar no exército russo. Após receber a notícia de que sua prima Sonja (brilhantemente interpretada por Diane Kreaton), grande amor de sua vida, estava comprometida a um mercador, ele se torna herói de guerra por acaso. É apenas o começo de uma cadeia de eventos que passa pelos campos de batalha, mostra um duelo pela honra e o planejamento de uma tentativa de assassinato a Napoleão Bonaparte.

Em uma comédia muito mais madura do que Bananas (1971), Allen construiu uma paródia SENSACIONAL de alguns diálogos de obras de Dostoyevsky e Tolstoy. O espectador que não leu Crime e Castigo, por exemplo, pode ficar boiando quando Bóris passa a filosofar sobre o sentido da vida e não entender a piada.

Adorei as gags relacionadas a alguns clássicos do cinema: a melhor delas foi a sátira à Morte, que vestia branco ao invés do negro de O sétimo selo (1957).

NOTA: 7/10

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Jackass Presents: Bad Grandpa (Jackass Apresenta: Vovô Sem Vergonha) - 2013


O filme de hoje é Jackass Presents: Bad Grandpa (Jackass Apresenta: Vovô Sem Vergonha, no Brasil) Assisti ao filme estrelado por Johnny Knoxville devido a indicação ao Oscar de melhor maquiagem.

Esperei pela versão sem censura, que contém dez minutos a mais de cenas. Ao contrário dos outros filmes da série, desta vez temos um plot: Irving Zisman (Johnny Knoxville), um senhor de oitenta anos, percorre os Estados Unidos com seu neto Billy (Jackson Nicoll). A dupla estraga tudo o que vê pela frente, desde uma festa de casamento até um funeral.  Uma das taglines para promover o filme foi “pessoas reais em situações irreais”. O uso de candid-cameras da um ar diferente ao filme. Enquanto temos situações bizarras e engraçadas (como a do jovem Billy em um beauty pageant contest), outras são forçadas ao extremo.

Existem várias discussões no reddit e no IMDB que levantam dúvidas quanto à veracidade das cenas. Não vou dar maiores detalhes. Mas sim, algumas cenas (com a de um jogo de bingo) foram armadas.

Quanto ao ponto que me fez assistir Bad Grandpa: a maquiagem é muito boa. Mas confesso que fiquei surpreso pela indicação da Academia (mas ok, depois que Norbit -2007- foi indicado para receber o prêmio você não dúvida de mais nada).

Nada de novo no front.

NOTA: 4/10